sexta-feira, 2 de novembro de 2012


MORTE SACRIFÍCIO DE JESUS


Texto por: Pr. Albino Marks



Como foi esta morte-sacrifício de Jesus? O profeta Isaias assim descreve as reações deste símbolo, levado ao matadouro para ser executado: "Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda, perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca" . - Is. 53:7. 


As reações de Jesus em face da morte foram do mais perfeito equilíbrio emocional. Nenhuma reação de ansiedade, de incerteza, de pavor, ou qualquer outro sentimento que pudesse destruir a Sua estabilidade emocional. Quando o profeta declara que Jesus não abriu a sua boca, está se referindo às Suas reações emocionais conservadas em perfeito equilíbrio quando submetido à mais terrível e dramática morte, a morte da condenação do pecador, a segunda morte, a morte eterna. 

Lembrando em todos os aspectos o símbolo que o tipificava, Ele nasceu em curral de ovelhas e seu primeiro leito foi uma manjedoura, porque Ele nasceu para morrer a morte-sacrifício. A Sua morte era substituta, morrendo para pagar a culpa de pecados que não eram dEle e oferecer graça e perdão amorosos para salvar pecadores que eram Seus. 

O profeta Isaias declara que Jesus - o Homem - em face da morte manteve a postura do cordeiro que vai para o matadouro. Não se debatendo como um criminoso, com a consciência torturando-o por todos os seus crimes. Ele foi ao encontro da morte como o sacrifício em favor de pecadores.

Como interpretar a agonia mental de quem não trazia pecado em Sua consciência, ainda que carregando o fardo de todos os pecados de todos os pecadores? 

Sobre a cruz, com natural tranquilidade, revelou-se como sacrifício remidor para o pecador que arrependido volveu-se a Ele, suplicando em angústia: "Jesus, lembra-te de mim, quando vieres como rei" . - Lc 23:42 - Tradução Ecumênica da Bíblia. 

Jesus assegurou-lhe a certeza de salvação, porque a oferta pelo pecado em favor de todos os pecadores estava sendo oferecida. 

Morreu a morte do justo, a morte-sacrifício. Com a certeza de que cumpriu a sua missão, rendeu o espírito e entregando-se em inteira confiança a Deus, o Pai, reclinou a cabeça para descansar:"Disse: está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito" . - João 19:30. 

O Salvador que conheço, sempre viveu com dignidade todos os dias em que peregrinou entre os homens, atraindo-os a Si e a Deus. Morreu com dignidade, como o Homem.


"Ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)." Mat. 1:23. O brilho do "conhecimento da glória de Deus" vê-se "na face de Jesus Cristo". Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era "a imagem de Deus", a imagem de Sua grandeza e majestade, "o resplendor de Sua glória". Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Veio à Terra entenebrecida pelo pecado, para revelar a luz do amor de Deus, para ser "Deus conosco". Portanto, a Seu respeito foi profetizado: "Será o Seu nome Emanuel." Isa. 7:14.  
    Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus - o pensamento de Deus tornado audível. Em Sua oração pelos discípulos, diz: "Eu lhes fiz conhecer o Teu nome" - misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade - "para que o amor com que Me tens amado esteja neles, e Eu neles esteja" João 17:23. Mas não somente a Seus filhos nascidos na Terra era feita essa revelação. Nosso pequenino mundo é o livro de estudo do Universo. O maravilhoso desígnio de graça do Senhor, o mistério do amor que redime, é o tema para que "os anjos desejam bem atentar", e será seu estudo através dos séculos sem-fim...

Fonte: O Desejado de Todas as Nações

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Pensamento do Dia...

“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 João 4:8).

Como o amor tem se revelado em sua vida? Você se sente amado? Você ama muito? Você tira tempo no seu dia a dia para comunicar amor a seus queridos? O amor é um bem de valor inestimável. Todos nós buscamos o amor o tempo inteiro, mesmo que de forma inconsciente e muitas vezes acabamos nos machucamos muito. Mas será que existe uma fonte de amor que não conhecemos ainda? A Bíblia ensina que DEUS é AMOR! Isso significa que podemos receber amor à medida que nos achegamos a nosso Pai Celeste. A Bíblia afirma ainda que, se não amamosde verdade com toda intensidade e somos egoístas, avarentos é porque não conhecemos a verdadeira fonte de AMOR, o nosso DEUS! Não necessitamos correr de um lado para outro mendigando amor, atenção, aceitação, somos aceitos no Amado! Deus derramou sobre sobre nós todo o seu amor através do sacrifício de Jesus na cruz do calvário! Você e eu somos muito amados por nosso nosso Redentor! Por isso nós podemos encher nosso coração de afeto, amar muito e fazer a diferença na vida de muita gente triste, carentee sozinha! Quer ser feliz d everdade? Se achegue a Deus hoje e sinta o PODER DO AMOR! ... Por Evanir Monteiro

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Os Puros de Coração Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Mateus 5:8 De todas as bem-aventuranças, essa é a minha favorita. Ela conduz à bênção maior: ver a Deus. “Eles verão a Sua face, e o Seu nome estará em suas testas”, promete o livro de Apocalipse em seu último capítulo (Ap 22:4). Assim, a antiga oração de Moisés – “Peço-te que me mostres a Tua glória” (Êx 33:18) – se cumprirá não apenas para uma pessoa, mas para todo o povo de Deus. Na sexta bem-aventurança, Jesus relaciona essa bênção suprema ao supremo traço de caráter: “Bem-aventurados os puros de coração.” Essas palavras são um convite e um desafio. Elas nos assustam porque repreendem a maneira como as pessoas à nossa volta vivem e a maneira como nós tendemos a viver. Elas são um chamado para vivermos de forma mais sublime, mais centrada em Deus, lembrando-nos de que “a santidade, ou seja, a semelhança com Deus, é o alvo a ser atingido” (Ellen G. White, Educação, p. 18). Jesus está preocupado com a fonte de nossa vida: nosso coração. O mundo olha para as aparências; Ele olha para o nosso coração. O mundo está repleto de impureza de atos, palavras e imaginação, por isso Ele nos convida para a pureza na fonte. A pureza de coração vai além da pureza moral, apesar de incluí-la. A pureza de coração denota uma vida que coloca Deus em primeiro lugar; uma vida centrada nEle, devotada à Sua vontade e à Sua glória; um coração pelo qual Charles Wesley orou: Oh! Por um coração para louvar meu Deus, Um coração de pecados liberto, Um coração que bebe sempre de Seu sangue, Tão abundantemente derramado por mim. Um submisso, humilde e contrito coração, Acreditando, de forma verdadeira e clara, Que nem a vida nem a morte podem me separar, DAquele que habita dentro de mim. Um coração renovado em cada pensamento, E repleto do amor divino, Perfeito, reto, puro e bom, Uma cópia, Senhor, do Teu coração. Deus da graça, concede-me esse coração hoje! Fonte: meditação matinal 2012-IASD

terça-feira, 30 de outubro de 2012

“A razão pela qual essa tentativa (de descobrir a felicidade em outra coisa que não Deus) não pode ser bem-sucedida é a seguinte: Deus nos criou como um homem inventa uma máquina. Um carro é feito para ser movido a combustível. Deus concebeu a máquina humana para ser movida por Ele mesmo... Deus não pode nos dar uma vida de paz e uma felicidade distintas Dele mesmo, porque fora Dele elas não se encontram. Tal coisa não existe.” C.S.Lewis, in Cristianismo Puro e Simples

Source: www.esbocosermao.com

domingo, 28 de outubro de 2012

A REDENÇÃO
Texto por: Pr. Albino Marks


A Escritura assim descreve a criação do homem: “Disse Deus: ‘Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança’… Eis que era muito bom” . – Gn 1;26 e 31 –Almeida Revista e Atualizada.

O primeiro homem, Adão, foi criado à imagem e semelhança de Deus, trazendo em seu caráter e aparência física a glória do Criador. “Deus disse: façamos o homem”. Não era um homem, mas o homem, trazendo em si a identidade perfeita do Criador. Deus apresenta a razão fundamental para este ato: “Todos aqueles que são chamados com o meu nome e que criei, formei e fiz para minha glória” . – Is. 43:7 – Tradução Ecumênica da Bíblia. 

Incompreensivelmente o primeiro Adão, o homem, falhou na missão de glorificar o Criador.

O segundo Adão, Cristo Jesus, veio revelar a glória do caráter de Deus e para glorifica-lo. Veio como o Homem. Veio como o primeiro Adão, sem a mancha do pecado, ainda que assumindo em seu corpo as consequências de quatro mil anos de pecado. Ele não veio na gloriosa estrutura física do primeiro Adão, mas mesmo carregando o fardo das consequências do pecado, desenvolveu uma estrutura harmônica e perfeita em sabedoria - mental; estatura - física e graça - relacionamento social. (Lc 2:52). 

No dia em que o pecado entrou em nosso mundo, Deus revelou o plano da redenção. O pecador culpado recebeu a oferta do perdão, mediante a morte substituta de Jesus em lugar do condenado. O símbolo escolhido por Deus para tipificar o sacrifício substituto de Jesus foi o cordeiro. 

Jesus não morreu a morte comum a todos os homens e muito menos a morte de um fora da lei. Jesus não morreu a morte que todos os humanos morrem como consequência do pecado, porque Ele não foi vencido pelo pecado. Dentro do contexto de que o salário do pecado é a morte, Jesus não podia morrer, porque Ele viveu “sem pecado” . – Hb 4:15 – Almeida Revista de Atualizada.

Jesus não morreu a morte de quem foi condenado e, portanto, seus algozes não Lhe tiraram a vida, matando-O. Jesus mesmo declarou: “Ninguém me tira a vida” . – Jo 10:18 – Tradução Ecumênica da Bíblia. 

Na sequência declara: “Mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la” . – Jo 10:18 – Bíblia de Jerusalém. Jesus entregou-se a Si mesmo, por livre escolha e foi oferecido por Deus o Pai como o sacrifício substituto para expiar a culpa do pecado do homem caído. Para tipificar esta morte-sacrifício, Deus escolheu o símbolo mais perfeito existente em nosso mundo – o cordeiro. (Leia mais em Estudo Adicional)