
Um espaço para mostrar JESUS, O DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
O fim de um ciclo

sábado, 4 de abril de 2009
Um carinho para seu amigo do peito!
12 Conselhos Para Evitar Um Infarto
Fonte: Equipe PortalNatural.com.br
Resumo:Quer evitar um? Então pratique estes conselhos!
1) Não deixe de lado suas necessidades pessoais e as de sua família por trabalhar exageradamente. O afeto na família, convivência social para distrair, aliviam a sobrecarga sobre a circulação e o coração.
quinta-feira, 26 de março de 2009
pensando melhor...
Olá, queridos, gostaria de pensar melhor com você hoje, acerca do AMOR! As pessoas buscam o amor o tempo todo, entretanto vivemos numa época em que o amor tem se "esfriado" no coração humano. Isso se reflete nos lares, no ambiente de trabalho, nas notícias televisivas, etc. O Dr. César Vasconcelos fala do que é o amor verdadeiro nesse artigo. Ao você fazer esta leitura desejo que sua vida se encha de amor, do verdadeiro amor do qual o mundo tanto necessita! Um grande abraço!O que o amor é e o que ele não é
Dr. Cesar Vasconcellos de Souza
“O amor que só dirige palavras bondosas a uns, ao passo que outros são tratados com frieza e indiferença, não é amor, mas egoísmo.” Ele não funcionará de forma alguma para o bem das pessoas. “Não podemos limitar nosso amor a um ou dois objetos.” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje, 80).
O que você retém só para si ou para um grupinho pequeno de pessoas em termos de afeto acaba perdendo porque não tem sustentação. “Nosso amor não se deve restringir a pessoas especiais. Quebre o vaso, e o perfume encherá toda a casa.” (idem acima).
Isto não quer dizer que manifestaremos a mesma forma de amor para com todos. Quer dizer que não odiaremos as pessoas, mas procuraremos entende-las e ter compaixão para com aquelas menos equilibradas, mais sofridas, mais rudes.
Isto também não quer dizer que teremos que ter o mesmo nível de sentimento por todas as pessoas. Há pessoas não amáveis no sentido de não permitirem serem amadas. Rejeitam o amor oferecido a elas seja por atitude fria ou agressiva. Então temos que deixá-las seguir e afastar até que elas possam aceitar nosso oferecimento de amor.
Há hora de afastar e de aproximar. Há hora de falar do amor e hora de focar quieto. Há hora para tudo e nem sempre é hora para tudo. O silêncio pode ser ouro em certos momentos. Assim como a boa palavra falada na hora certa é bálsamo e justiça.
Pessoas importam da filosofia grega o conceito de amor em três dimensões, tais como o amor fraternal – ágape, o amor sexual – eros, e o amor amizade – filia. Na realidade, o amor é um só, de uma única Fonte. Ele Se manifesta de forma diferente para momentos diferentes e pessoas diferentes, segundo a capacidade e a necessidade de cada um.
Mas amor não é paixão, nem sexo, nem “ficar”. O amor é paciente e bondoso. O amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Não é grosseiro, nem egoísta. Não se irrita, nem fica magoado. O amor não se alegra quando alguém faz alguma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor dura para sempre.
Quando um ser humano se casa, por exemplo, ele não sente o mesmo tipo de sentimento igualzinho hora após hora pelo seu cônjuge. O sentimento pode flutuar, mas não o amor.
Quando alguém se apaixona é bem provável que esta paixão esteja ligada a uma imagem, ou seja, à imagem que a pessoa criou em sua mente de como o objeto amado deveria ser. Ela está apaixonada, então, pela imagem da pessoa que criou em sua própria mente, a qual pode ser muito diferente da pessoa que está ali presente na realidade de sua vida.
Daí será necessário um ajuste. Vai ter que cair do “andor” da paixão para chegar-se à realidade do que o outro é. Quando cai este “amor” idealizado, daí pode começar o amor maduro. Tudo dependerá de como a pessoa lidará com a realidade. Sua e do ser amado. O diálogo será então fundamental. Não é mais sexo ou mais presentes. Diálogo sobre o que dói e o que alegra, sobre o que agrada e desagrada, sobre o que gosta e não gosta. Mas tem que ser um diálogo sincero, com respeito, e aceitação do que cada um pode ser neste momento da vida.
O amor maduro produz felicidade e desprendimento. Com ele você fica em paz mesmo que as coisas por em volta estejam desabando.
O amor tem que ser firme no sentido de colocar limites contra abusos. O amor diz verdades de uma forma respeitadora mas firme. O amor não ataca as pessoas e nem condescende ou se compromete com o erro, a mentira, o engano.
Você que ter este tipo de amor? Ele não é vendido em comprimidos nas farmácias. Você precisa desenvolver, treinar, desejar ardentemente tê-lo e fazer sua parte para obtê-lo. E pedir. Ele é grátis. Se você deseja este amor para realmente amar as pessoas e ajudá-las, o terá. Se for para se aproveitar delas ou “faturar”(materialmente ou não), não o terá. Este amor não é bôbo, nem ingênuo, nem manipulável. O amor é um poder. Quem quiser pode tomá-lo de graça da Fonte. Você quer amor para quê?
Ouvindo a voz de Deus:
segunda-feira, 23 de março de 2009
Pensando melhor....
| Amigos queridos! Todos somos levados a querer o que é valorizado pela mídia! Queremos ter sucesso e quando não temos de acordo com os padrões impostos, nossa auto estima sofre e nos frustamos! Gostaria de Compartilhar com você o que escreveu o psiquiatra Dr. César Vasconcelos sobre esse assunto, um grande abraço! O que é o sucesso? | |
| Resumo: Será que ter bens materiais, fama, poder, títulos, é o suficiente para o sucesso total? |
Arthur Miller na peça The Death of a Salesman, criou um grande herói trágico aristotélico a partir de um homem comum. Willy Loman é um símbolo do mito do sucesso americano. O significado da vida para ele é ser apreciado e ganhar dinheiro. Ele morre sozinho e desamparado, se matando a fim de conseguir o dinheiro do seguro que provaria que ele era bem-sucedido. Vivemos numa sociedade altamente viciadora. Parece que o vazio interior que as pessoas procuram preencher com objetos exteriores, produz um maior vazio ainda e, em alguns, que já viram que não se consegue preenche-lo com coisas exteriores, produz uma espécie de desesperança, uma atitude interior de desprezo pela vida talvez, de desânimo, enquanto tal pessoa não consegue entender o que poderá, finalmente, trazer significado para a sua existência. Para outras, a compulsão para preencher tal vazio é tal, que ela fazem de tudo na vida para terem seu vazio interior ocupado com algo que seja eficaz para acabar com a dor que este vazio produz. Infelizmente, a tendência é buscar em fontes erradas, da maneira errada, no momento errado, equivocadamente. Por ignorância, ou por descontrole emocional, ou por falsa propaganda e ensino, por ilusão, por não aceitação da sua condição de humano, e por outras razões. Nos tornamos uma sociedade muito viciadora e viciada. Nos Estados Unidos existem perto de 60 milhões de vítimas de abuso sexual, cerca de 75 milhões de vidas são seriamente afetadas pelo alcoolismo, fora outras drogas. Também mais de 15 milhões de famílias são violentas. Cerca de 60% das mulheres e 50% dos homens têm distúrbios alimentares. E o que encontramos ao pensarmos em viciados em jogo, sexo, trabalho? Ainda nos Estados Unidos, recentemente saiu uma estatística dizendo que 13 milhões de norte-americanos são viciados no jogo. Países com bingos deveriam ajudar os viciados em jogo que precisam ser tratados psiquiátrica e psicologicamente em função desta compulsão. O psicanalista Erich Fromm no seu livro “A Revolução da Esperança”, comenta que ele encarava a atividade excessiva do mundo moderno como um sinal da inquietude e da falta de paz interior. Ele fala de sermos fazedores humanos (human doings e não human beings) por faltar a vida interior. Muitas coisas nos impedem de nos voltarmos para dentro. Muitos de nós, perdermos até a noção de quem somos, afinal, por dentro. Quem é você? É o que você realiza? É o que ganha com seu trabalho? O interior pode ser extremamente doloroso para nós, e, portanto, fugimos dele, com atividades variadas, com as compulsões (jogo, sexo, trabalho, drogas, comida, controle sobre as pessoas, poder social, etc.). Dr. Dean Ornish, professor de Cardiologia da Universidade de São Francisco, na Califórnia, diz que perguntaram a um guru indiano chamado Satichidananda, o que ele era. Perguntaram se ele era um guru. Ele respondeu que não, e disse que era um (em Inglês) “undo”. Undo significa, ao pé da letra, “não-fazer”. Ele queria dizer que ele era uma pessoa que tentava ensinar aos outros a não ser, ou seja, a desfazer o que havia em si, em sua estrutura de personalidade que havia sido feito erradamente. O que é o sucesso? Pessoas de sucesso para a sociedade são aquelas que possuem bens materiais, fama, poder, títulos acadêmicos. Mas tais indivíduos e seus opostos, os sem sucesso, podem ter em seu interior dores emocionais semelhantes. Um grupo conseguiu canalizar tais dores para realizações aplaudidas pelas pessoas, enquanto que outras são tidas como perdedoras e são desprezadas. Mas ambos os grupos contêm pessoas humanas com dores, às vezes tão difíceis de serem resolvidas ou vencidas, que , nessa visão mais profunda, podemos perguntar: o que é o sucesso? Não será o resultado da trajetória de vitórias sobre o falso eu, sobre as compulsões, sobre os vícios, sobre os falsos eus, ao longo da vida, um dia de cada vez, para aprendermos a amar a nós mesmos e aos outros? |



